O que nos orienta
Um bom apoio amplia a possibilidade de orientar a vida por razões próprias. Isso exige compreender as relações, os espaços e os compromissos que sustentam o quotidiano.
Autonomia relacional
Depender de outros faz parte da vida humana. Autonomia é poder moldar o apoio, expressar necessidades e estabelecer limites. Por isso, o tempo e o cansaço dos familiares têm valor próprio. Uma solução precisa de ser viável para as pessoas de cuja colaboração depende.
Pensar responsabilidades
Um alerta cria a expectativa de que alguém responda. A automação altera quem decide e quem resolve falhas. Perguntamos que trabalho cada solução assume e que trabalho cria. O progresso mede-se pela capacidade de agir e por relações sustentáveis, e não pelo número de dispositivos.
O valor da crítica
A experiência numa casa não cabe inteiramente numa medição. Os modelos ajudam a examinar relações; os participantes devem poder corrigir a sua representação. Para nós, a ciência cidadã começa por decidir o que investigar. Uma recusa fundamentada ou prescindir da tecnologia pode ser um resultado valioso.
Abertura como compromisso
O código aberto permite examinar, adaptar e partilhar. Documentação acessível e decisões compreensíveis tornam essas possibilidades utilizáveis. Entendemos a abertura como compromisso de tornar dependências visíveis e dar voz a quem não desenvolve software.
Alika